segunda-feira, 18 de julho de 2011

PT confirma candidatura própria na Capital

 Via Banda B

O PT terá candidato próprio para a disputa das eleições municipais do próximo ano. Em uma realizada nesta noite de segunda-feira (18), o partido referendou os nomes de Tadeu Veneri e Doutor Rosinha como prováveis candidatos pelo partido. O evento pró-candidatura própria reuniu os núcleos regionais da legenda e a previsão dos deputados, durante entrevista coletiva à tarde, era de que sete, das nove regionais do partido apoiavam a medida.

“Um partido como PT , organizado, forte, deve ter candidatos fortes e ser o protagonista nas eleições. Por isso estamos nos organizando, dentro de um tempo hábil, para elaboração de propostas para um debate com a população”, disse Doutor Rosinha.

Para Tadeu Veneri, o momento é oportuno, pelo fato de que o atual grupo que domina a política da cidade já esgotou seu modelo de gestão. “É um modelo que esgotou. Desde inicio temo dito que o PT deve ter uma candidatura própria para representar uma parcela da população que hoje não se identifica nem com as candidaturas que já estão colocadas , como a do prefeito de Curitiba nem com candidaturas que venham dialogando com esse mesmo campo”, disse.

Para Rosinha, o PT deve ampliar espaço no cenário municipal.
“O PT da capital fez um planejamento que precisa ser executado e aí colocamos o partido em uma política municipal. Entendo que há mudança na conjuntura, ela é lenta, mas isso está ocorrendo. Nós temos lideranças nacionais, o partido pode e deve ser protagonista”.

Sobre uma possível aliança com o PDT, ou o partido que Gustavo Fruet escolher, o PT deve manter mesma postura. “Os partidos têm dentro dos seus objetivos estratégicos, buscar aliados, têm seus tempos, mas vamos respeitar, sem que isso seja empecilho para fazemos esse debate de forma madura e organizada”,afirmou Veneri.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Treze deputados querem ser prefeitos

Via Blog da Roseli Valério

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Menos de um ano depois da campanha eleitoral que os levou ao Palácio 19 de Dezembro, 13 deputados estaduais se preparam para enfrentar uma nova eleição. Desta vez para as prefeituras de seus municípios. Alguns já exerceram o cargo, outros já tentaram a vaga, mas a maioria enfrenta esta disputa pela primeira vez.
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São pré-candidatos às eleições do ano que vem os deputados Waldyr Pugliesi, do PMDB, que quer voltar à prefeitura de Arapongas; Luiz Eduardo Cheida, do PMDB, que quer voltar a administrar Londrina; Tadeu Veneri, que por pouco não ganhou as prévias de Gleisi Hoffmann na campanha passada para ser o candidato do PT à prefeitura de Curitiba; Plauto Miró Guimarães, do DEM, e Marcelo Rangel, do PPS, que estão de olho na prefeitura de Ponta Grossa.
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Mas tem mais: Enio Verri, do PT, vai disputar a prefeitura de Maringá. É possível que também Evandro Júnior, do PSDB, dispute também a sucessão do prefeito Silvio Barros. Douglas Fabricio, do PPS, pode tentar a prefeitura de Campo Mourão; e Leonaldo Paranhos, do PSC, a de Cascavel.
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Na lista de pré-candidatos, também, o deputado Rasca Rodrigues, do PV, que quer disputar a sucessão do prefeito Luciano Ducci; Cesar Silvestri Filho, que tentará novamente a prefeitura de Ponta Grossa; Augustinho Zucchi, do PDT, que sonha com a prefeitura de Pato Branco; e Francisco Buhrer (PSDB), pré-candidato à prefeitura de São José dos Pinhais.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tadeu Veneri classifica como "precipitada", possível aproximação do PT à Fruet

Tadeu Veneri



O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) classificou ontem de “precipitadas” as declarações de dirigentes do PT paranaense admitindo o interesse em uma aproximação com a candidatura de Gustavo Fruet à prefeitura de Curitiba, caso ele deixe o PSDB.

Para Veneri, o PT tem que ter candidato próprio na Capital, até porque abrir mão da cabeça de chapa prejudicaria também a eleição de vereadores do partido.

Sobre o fato de Fruet liderar as pesquisas, enquanto as pré-candidaturas de Veneri e do deputado federal Dr Rosinha têm baixos índices de intenção de voto, o petista rebateu, afirmando que não se trata de mero percentual eleitoral.

“Em 2006 a Gleisi começou com 1% para o Senado e acabou com mais de 40%. Já em 2004, o (Ângelo) Vanhoni saiu na frente para a prefeitura, enquanto o Beto Richa tinha 3%. No final perdemos a eleição”, exemplificou.