quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tadeu Veneri diz que Prefeitura reconheceu que esta errada

Em meio à crise, Ducci decide criar Secretaria do Trânsito

Via Bem Paraná
 
Em meio à crise, Ducci decide criar Secretaria do Trânsito

O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), anunciou ontem a extinção da Diretoria de Trânsito (Diretran) e a criação da Secretaria Municipal de Trânsito, que passará a ser responsável pelo gerenciamento do trânsito na cidade, incluindo a aplicação de multas. O anúncio acontece pouco menos de um mês depois do Tribunal de Justiça ter decidido que a Urbs, a quem a Diretran estava subordinada, não tem competência legal para aplicar multas. E três dias depois da demissão da Diretora de Trânsito da Urbs, Rosângela Battistela, flagrada em vídeo admitindo ter estacionado em uma vaga reservada a idosos.

Para o líder da bancada de oposição na Câmara Municipal, vereador Algaci Tulio (PMDB), a atitude do prefeito não põe fim aos questionamentos judiciais que estão sendo levantados por motoristas sobre a ilegalidade das multas aplicadas pela Urbs. Além disso, mostra que Ducci só age sob pressão, depois que os problemas se agravam. “Mais uma vez o prefeito Luciano Ducci age acuado e corre atrás do prejuízo”, diz Tulio.

O vereador lembra que quando o Tribunal de Justiça proibiu a Urbs de continuar multando, por considera que ela não pode ter poder de polícia, já que se trata de uma sociedade de economia mista, com caráter parcialmente privado, a prefeitura anucniou a intenção de recorrer, e de continuar emitindo as multas mesmo assim. “Foi preciso que a Justiça ameaçasse com um processo por improbidade administrativa por desrespeito à ordem judicial para que o prefeito voltasse atrás”, aponta Tulio.

Na avaliação do oposicionista, ao extinguir a Diretran e retirar a gestão do trânsito da Urbs a prefeitura, na prática, acabou admitindo a ilegalidade das multas aplicadas anteriormente. “Só que isso não elimina a ilegalidade das multas que estão sendo questionadas na Justiça”, afirma, prevendo que a atitude da administração municipal poderá resultar em pesados prejuízos para os contribuintes, com o risco de pagamento de indenizações.

O vereador lembrou ainda que há muito tempo a oposição vem apontando que a Urbs não poderia exercer o poder de polícia para multar, mas que os alertas foram ignorados pelo prefeito. O mesmo aconteceu quando a Consilux, empresa que opera radares e lombadas eletrônicas na Capital, foi acusada de manipular licitações e apagar multas. Inicialmente, Ducci defendeu a legalidade do atuação da empresa, para depois, após a repercussão negativa das denúncias, determinar a suspensão unilateral do contrato. Decisão que também foi suspensa logo depois pelo Tribunal de Contas. “Não é de hoje que a oposição vem alertando. Tentamos inclusive criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos radares, mas a base aliada do prefeito impediu”, afirmou.

Para o deputado estadual Tadeu Veneri (PT), além de reconhecer que estava errada, a prefeitura mantém a gestão do trânsito da Capital sob uma “caixa-preta”. “O problema é que não há transparência nem na arrecadação do dinheiro das multas, nem na destinação do mesmo. Fica claro que o objetivo final é arrecadar, e não educar, prevenir. A rigor, há pelo menos oito anos não se vê campanhas massivas de educação para o trânsito”, cobrou.

Citanto também o caso Consilux, que segue sem solução, Veneri questiona o que tanto a prefeitura quer esconder. “O que existe de tão difícil para ser explicado pela Urbs? Quem ganha com as multas em Curitiba?”, questiona.

sábado, 24 de setembro de 2011

Tadeu Veneri cobra posicionamento da prefeitura sobre Sistema de Multas



Tadeu Veneri (PT)

Diante da decisão da Justiça, segundo a qual a Urbs não tem poder de polícia — e, portanto, não pode aplicar multas de trânsito —, o deputado estadual Tadeu Veneri (PT) questionou nesta ultima segunda-feira (19/09), na tribuna da Assembleia Legislativa, a quantas anda a situação do contrato entre a prefeitura da Capital e a Consilux, empresa que opera radares e lombadas eletrônicas na cidade. O contrato foi rompido pelo prefeito Luciano Ducci (PSB) em meio a denúncias de manipulação de licitações e sumiço de multas, mas o rompimento foi considerado irregular pelo Tribunal de Contas. “Desde então o prefeito nunca mais se manifestou. Não se sabe como ficou. Reina um silêncio sepulcral”, cobrou o petista.

Agenda negativaDesde que assumiu o cargo, no ano passado, Ducci coleciona problemas no que se refere ao trânsito. Além das denúncias envolvendo radares, e dos questionamentos judiciais em torno da “indústria das multas”, o prefeito assiste, sem esboçar reação, ao crescimento do número de acidentes envolvendo veículos do transporte coletivo, reclamações generalizadas em relação ao serviço de táxi, motoristas dos ônibus constrangidos por multas da Urbs por conta de atrasos motivados pelos congestionamentos, e de cobradores por tentarem se proteger do frio.

MultasNos últimos quatro anos e meio, o Tribunal de Contas (TC-PR) aplicou multas no valor de R$ 4 milhões. No período, cerca de 1.900 agentes públicos, estaduais e municipais, sofreram este tipo de sanção. Em 2011, até julho, 142 multas foram aplicadas, atingindo cerca de R$ 97 mil. Os dados são da Diretoria de Execuções (DEX) do TC, que aponta queda na quantidade de multas aplicadas. Entre 2007 e 2010, a redução foi de 41%. Há quatro anos, foram aplicadas 547 multas, atingindo cerca de R$ 3,2 milhões. Em 2008, 454 agentes públicos foram multados, num total de R$ 572 mil. Em 2009 houve um pequeno aumento: 491 multados, num montante de R$ 242 mil. A tendência de queda, porém, voltou no ano passado, quando 322 multas foram aplicadas, somando pouco mais de R$ 133 mil. Entre 2007 e 2010, o montante chega a R$ 4,147 milhões

segunda-feira, 18 de julho de 2011

PT confirma candidatura própria na Capital

 Via Banda B

O PT terá candidato próprio para a disputa das eleições municipais do próximo ano. Em uma realizada nesta noite de segunda-feira (18), o partido referendou os nomes de Tadeu Veneri e Doutor Rosinha como prováveis candidatos pelo partido. O evento pró-candidatura própria reuniu os núcleos regionais da legenda e a previsão dos deputados, durante entrevista coletiva à tarde, era de que sete, das nove regionais do partido apoiavam a medida.

“Um partido como PT , organizado, forte, deve ter candidatos fortes e ser o protagonista nas eleições. Por isso estamos nos organizando, dentro de um tempo hábil, para elaboração de propostas para um debate com a população”, disse Doutor Rosinha.

Para Tadeu Veneri, o momento é oportuno, pelo fato de que o atual grupo que domina a política da cidade já esgotou seu modelo de gestão. “É um modelo que esgotou. Desde inicio temo dito que o PT deve ter uma candidatura própria para representar uma parcela da população que hoje não se identifica nem com as candidaturas que já estão colocadas , como a do prefeito de Curitiba nem com candidaturas que venham dialogando com esse mesmo campo”, disse.

Para Rosinha, o PT deve ampliar espaço no cenário municipal.
“O PT da capital fez um planejamento que precisa ser executado e aí colocamos o partido em uma política municipal. Entendo que há mudança na conjuntura, ela é lenta, mas isso está ocorrendo. Nós temos lideranças nacionais, o partido pode e deve ser protagonista”.

Sobre uma possível aliança com o PDT, ou o partido que Gustavo Fruet escolher, o PT deve manter mesma postura. “Os partidos têm dentro dos seus objetivos estratégicos, buscar aliados, têm seus tempos, mas vamos respeitar, sem que isso seja empecilho para fazemos esse debate de forma madura e organizada”,afirmou Veneri.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Treze deputados querem ser prefeitos

Via Blog da Roseli Valério

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Menos de um ano depois da campanha eleitoral que os levou ao Palácio 19 de Dezembro, 13 deputados estaduais se preparam para enfrentar uma nova eleição. Desta vez para as prefeituras de seus municípios. Alguns já exerceram o cargo, outros já tentaram a vaga, mas a maioria enfrenta esta disputa pela primeira vez.
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São pré-candidatos às eleições do ano que vem os deputados Waldyr Pugliesi, do PMDB, que quer voltar à prefeitura de Arapongas; Luiz Eduardo Cheida, do PMDB, que quer voltar a administrar Londrina; Tadeu Veneri, que por pouco não ganhou as prévias de Gleisi Hoffmann na campanha passada para ser o candidato do PT à prefeitura de Curitiba; Plauto Miró Guimarães, do DEM, e Marcelo Rangel, do PPS, que estão de olho na prefeitura de Ponta Grossa.
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Mas tem mais: Enio Verri, do PT, vai disputar a prefeitura de Maringá. É possível que também Evandro Júnior, do PSDB, dispute também a sucessão do prefeito Silvio Barros. Douglas Fabricio, do PPS, pode tentar a prefeitura de Campo Mourão; e Leonaldo Paranhos, do PSC, a de Cascavel.
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Na lista de pré-candidatos, também, o deputado Rasca Rodrigues, do PV, que quer disputar a sucessão do prefeito Luciano Ducci; Cesar Silvestri Filho, que tentará novamente a prefeitura de Ponta Grossa; Augustinho Zucchi, do PDT, que sonha com a prefeitura de Pato Branco; e Francisco Buhrer (PSDB), pré-candidato à prefeitura de São José dos Pinhais.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tadeu Veneri classifica como "precipitada", possível aproximação do PT à Fruet

Tadeu Veneri



O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) classificou ontem de “precipitadas” as declarações de dirigentes do PT paranaense admitindo o interesse em uma aproximação com a candidatura de Gustavo Fruet à prefeitura de Curitiba, caso ele deixe o PSDB.

Para Veneri, o PT tem que ter candidato próprio na Capital, até porque abrir mão da cabeça de chapa prejudicaria também a eleição de vereadores do partido.

Sobre o fato de Fruet liderar as pesquisas, enquanto as pré-candidaturas de Veneri e do deputado federal Dr Rosinha têm baixos índices de intenção de voto, o petista rebateu, afirmando que não se trata de mero percentual eleitoral.

“Em 2006 a Gleisi começou com 1% para o Senado e acabou com mais de 40%. Já em 2004, o (Ângelo) Vanhoni saiu na frente para a prefeitura, enquanto o Beto Richa tinha 3%. No final perdemos a eleição”, exemplificou.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Em programa de Rádio, Tadeu Veneri diz que é pré-candidato

Durante, entrevista à jornalista Joice Hasselmann, o deputado Tadeu Veneri se reconhece como eventual pré-candidato, mas ressaltou a supremacia do partido. “Eu tenho colocado meu nome por que Curitiba precisa passar por um outro olhar. A cidade evoluiu muito em várias áreas, mas preservou algumas das priores mazelas que pode haver” – destacou. “Uma cidade que tenha 45 assassinatos para cada 100 mil habitantes, precisa melhorar. Curitiba precisa ser revista”- afirmou Veneri.

Sonho

O Deputado Stephanes Júnior afirmou também que quer ser candidato à Prefeitura de Curitiba. “Meu sonho é ser prefeito de Curitiba. O meu partido, o PMDB, ainda não me deu espaço. Eu gostaria muito de disputar esta eleição” – afirmou ele, mas reconheceu as dificuldades: “Eu não me dou com o grupo do Requião. Estou tentando fazer com que haja uma convivência harmônica. Muitos concordam comigo, é preciso dar espaço a uma nova geração.”

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Existe uma campanha pública contra o deputado Tadeu Veneri

Via Tribuna do Interior


“Quero que o deputado (Stephanes Jr), prove que um só cheque foi depositado na minha conta pessoal. Ele esperneia muito, agora terá que provar”, insistiu Veneri.



No paredão
Parece mesmo que há uma campanha em andamento contra o deputado estadual Tadeu Veneri (PT), alimentada por gente de diferentes poderes e funções, mas que tem em comum o incômodo que o petista causa por ser “chato” ao cobrar ‘full time’ mais ética e moralidade dos agentes públicos, a partir da tribuna da Assembléia. E a artilharia é pesada.
O extrato
Ontem o petista foi alvo novamente. Notícia requentada mostrou, de novidade, um extrato com os ressarcimentos feitos ao deputado, reproduzido em um blog, apontando que entre novembro e dezembro de 2006 mais de R$ 112 mil foram pagos ao parlamentar a título de ressarcimento. Já se havia noticiado isso pela mídia por causa de acusação de outro deputado. Anteontem Veneri confirmou os saques feitos em função do ressarcimento de despesas.
Ônus da prova
Veneri reafirmou que não existe qualquer irregularidade, que agiu de acordo com o permitido pela Assembléia. Não disse – e deveria ter dito – que se era regra, outros deputados, que calados (de público) assistem ao tiroteio, devem ter feito a mesma coisa. “Quero que o deputado (Stephanes Jr), prove que um só cheque foi depositado na minha conta pessoal. Ele esperneia muito, agora terá que provar”, insistiu Veneri.
Ora, pois
E tudo isso começou – não a campanha, mas o bate-boca entre os dois deputados – porque no início de maio Veneri cobrou de Stephanes Jr o estrago que fez na cancela do estacionamento da Assembléia. O peemedebista teria ficado bravo porque um assessor foi impedido de entrar. O petista disse que era um bem público e teria de ser reparado.